No começo de março, o médium Marcos Leão estará na cidade do Rio de Janeiro, Niterói e em Volta Redonda, divulgando seu livro de estréia pelo espírito Calunga, Você com você.
Veja a programação abaixo e participe. Vários eventos com entrada franca. Se preferir acesse aqui a agenda de programações no site da editora. Não perca!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Você reconhece a beleza quando a vê?
Trazemos aqui o vídeo original de um post que tem tomado conta das redes sociais nesta semana. Numa reportagem para o jornal Washington Post em 2007, entitulada "Pérolas antes do café da manhã", o jornalista Gene Weingarten propôs um desafio: conseguiria um dos maiores músicos do país quebrar o rítmo de correia da hora do rush em Washignton D.C.?
Joshua Bell, 39 anos, é um dos maiores virtuosos violinistas do mundo. Usando camiseta e um boné de baseball, se posicionou estrategicamente ao lado de uma lixeira na entrada do metrô as 7:15 da manhã de uma sexta-feira. Abriu o estojo de seu instrumento no chão para receber uns "trocados" e começou a tocar algumas das peças mais difíceis para violino do mundo. Joshua que tinha se apresentado 3 dias antes no Boston Simphony Hall, com ingressos a 100 dólares por pessoa, conseguiu juntar 32 dólares depois de exaustivos 43 minutos de performance. O violino que usava era seu, um legítimo Stradivari de 1713, comprado por 3,5 milhões de dólares.
Mais de mil pessoas passaram por Joshua sem notá-lo. Alguns paravam, olhavam por instantes e depois seguiam, preocupados com a hora ou já antecipando os afazeres do dia, sem se dar conta da chance que estavam tendo de presenciar a performance de tão renomado artista. Nesse vídeo condensado de quase 3 minutos, apenas uma mulher se aproxima e o reconhece. Dando parabéns, comenta que já teve a chance de assistí-lo numa de suas apresentações.
O que fica dessa experiência? Algumas indagações.
Nós percebemos a beleza em nosso dia a dia? Paramos para apreciá-la quando a encontramos? Somos capazes de reconhecer a verdadeira beleza e talento em um contexto inesperado? A resposta é não para todas essas perguntas e é isso que esse vídeo prova.
Vale então refletirmos um pouco mais sobre nossa percepcão dos momentos cotidianos. Ficarmos mais atentos para estarmos realmente presentes. Alertas para as boas surpresas que o mundo nos oferece e prontos para encontrar a beleza em todo canto, até mesmo nos lugares mais inesperados.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Entremédiuns 2012 inova e promete surpreender o público.
Inovação significa novidade ou renovação. Do latim innovatio, o termo se refere a uma idéia que é criada e que pouco se parece com padrões anteriores. Assim será o Entremédiuns 2012.
Com o tema "Inovação" o evento desse ano promete repensar temas ligados à prática espírita, quebrando paradigmas e propondo novos horizontes para aqueles que seguem os preceitos de Kardec. Não estamos falando de um novo espiritismo, mas sim de uma releitura – atual e moderna – do papel do espírita e de suas responsabilidades em pleno século XXI.
O mundo está mudando. A evolução das espécies que habitam este planeta, sempre esteve ligada à inovação e à adaptação ao meio para sobreviver – fosse para vencer algum predador natural, fosse para para se alimentar. A própria constante expansão do universo o coloca em eterno estado de mudança. Em termos populares, "…nada do que foi, será de novo do jeito que já foi um dia", como dizia a música. E com a alma também é assim: inovar é mudar, é crescer, é evoluir.
É por isso que o Entremédiuns 2012 vai abordar a inovação como um antídoto aos problemas atuais. É preciso que tenhamos coragem de trilhar novos caminhos. Caminhos que nos levem a um novo entendimento sobre nós mesmo e sobre o próximo. Sobre nosso papel nessa existência e sobre nossa responsabilidade para com o bem maior. Inovar é sobretudo, seguir nossa intuição. Ter a coragem de dar um passo em direção ao desconhecido sabendo que na verdade, não há caminho: o caminho se faz ao andar.
Venha caminhar com a gente.
Entremédiuns 2012
De 27 a 29 abril em Belo Horizonte
Participação de Robson Pinheiro (MG), Cláudio Zanatta (SP), Djalma Argollo (BA), Kau Mascarenhas (BA), Leonardo Möller (MG) e Marcos Leão (MG). Cursos, oficinas, apresentações artísticas, mesas-redondas, palestras, espaço de livraria e muito mais. Vagas limitadas.
Mais informações, acesse:
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
A espiritualidade do Carnaval.
O carnaval realizado no Brasil é a maior festa popular do mundo. Grande parte dos foliões brasileiros, no entanto, não conhece as origens e as implicações dessa festa. Pensa-se que o carnaval é uma brincadeira típica do Brasil, mas várias cidades do mundo como Nice (França), Veneza (Itália), Nova Orleans (EUA), dentre outras, também a celebram anualmente.
O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição em vários países, na antiguidade, o carnaval também foi praticado por várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, pessoas de diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.
A diferença entre o carnaval da antiguidade para o de hoje é que, no primeiro, as pessoas participavam das festas mais conscientes de que estavam adorando aos deuses. O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de todas as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas, desde Júpiter, deus da urgia, até Saturno e Baco.
Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.
Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV de nossa era, várias tradições pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa. A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes pagãos, muitos dos quais, cristianizados para evitar maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape” diante das exigências impostas aos medievos no período da Quaresma.
Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, os medievos aproveitavam para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.
Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.
O carnaval na Idade Média foi objeto de estudo de um dos maiores pensadores do século XX, o marxista russo Bakhtin. Em seu livro Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, Bakhtin observa que no carnaval medieval – “o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. Vivia-se uma vida ao contrário. Era um período em que a vida das pessoas tornava-se visivelmente ambígua, pois a vida oficial - religiosa, cristã, casta, disciplinada, reservada, etc. – amalgamava-se com a vida não-oficial – a pagã e carnal. O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado e as pessoas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e da ética cristã.
Com a chegada da Idade Moderna, a “Festa dos Loucos” se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII. Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado ao carnaval no Brasil – se transformaria na maior manifestação popular do mundo, numa das maiores adorações aos deuses pagãos do planeta.
Fonte: Historianet
Egina Carli de Araújo Rodrigues e Eduardo Carneiro.
Egina Carli de Araújo Rodrigues e Eduardo Carneiro.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
De 17 a 23 de fevereiro em Campina Grande na Paraíba.
Estaremos presentes no 21º Encontro da Nova Consciência, de 17 a 23 de fevereiro em Campina Grande na Paraíba, em parceria com a livraria Eduk Livros. Venha visitar o estande o conhecer nossos lançamentos. Será no Sesc Centro, estandes B1, B2 e B3, das 8 às 23h. Aproveite! Depois de pular o carnaval, dê um pulinho aqui.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
A Água Viva depende de sua doação. Ajude.
A Água Viva é distribuída gratuitamente a todas as pessoas que recebem indicação espiritual para tal. É produzida em líquido para uso oral, e gel para uso externo, e indicada para diversos tipos de dificuldades: físicas, emocionais e espirituais.
O remédio é preparado com várias ervas, além dos recursos energéticos doados pelos médiuns, os quais complementam o principal elemento da fórmula: os princípios vitais da flor água-viva, nativa dos Himalaias. Há uma equipe que cuida da fabricação, coordenada por uma farmacêutica voluntária da instituição e responsável técnica pela produção, garantindo o cumprimento de todos os padrões e normas da legislação brasileira.
A produção da Água Viva ocorre desde 2005. Até hoje, foram distribuídos mais de 12 mil vidros em gotas e a mesma quantidade em gel. A eficácia é observável em inúmeros casos.
Para a produção do remédio sempre contamos com a participação de patrocinadores afinados com a proposta, através de doações financeiras para auxiliar na compra dos materiais necessários: ervas, vidros, frascos, conta-gotas, vasilhames, máscaras, luvas descartáveis, etc. Mesmo sendo produzida por voluntários, a Água Viva envolve altos gastos que chegam a R$25 mil.
Seja você também um parceiro neste trabalho. Doe e participe!
No mês de fevereiro será realizada mais uma produção. Precisamos de sua contribuição financeira para continuar auxiliando pessoas.
Entre em contato com a Casa de Everilda Batista: (31) 3357-2970, no horário comercial, ou pelo e-mail contato@everildabatista.org.br.
Sua doação é fundamental neste projeto. Manter viva a Água Viva, depende de todos nós.
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