terça-feira, 15 de outubro de 2013

Lição do ego: 7 passos para tentar se libertar.




Hoje em dia é difícil encontrar alguém que não diga que está em meio à correria. Essa vida não deve ser mais atordoada do que já está. Imagine então, se insistirmos em não cuidarmos bem de nós mesmos...
Seremos engolidos por nossa ansiedade e resistência em evoluirmos espiritualmente.
Aqui estão 7 passos para praticar diariamente e alcançar o domínio de si próprio. Liberte-se e liberte o outro:

1. Não se sentir ofendido;

2. Liberte-se da necessidade de ganhar;

3. 
Liberte-se da necessidade de ter a razão;

4. 
Liberte-se da necessidade de ser superior;

5. 
Liberte-se da necessidade de ter mais;

6. 
Liberte-se da necessidade de se identificar com seus êxitos;

7. 
Liberte-se da necessidade de ter fama.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Como parar de jogar sua raiva nos outros.


por Marta Beck
ilustração Dan Page

O que você faz quando está com raiva? Descarrega em uma pessoa que está passando ao seu lado?
Você sai do seu escritório e vai até a casa de seus pais. Sua mãe sofre de Alzheimer, e seu pai recentemente quebrou o quadril. Você se esforçou o quanto deu para ficar bem e passar o seu melhor para eles nesta tarde, mas ao chegar na sua casa à noite, quando o seu marido inocentemente lhe pergunta onde está a manteiga, você dispara, "se vira para encontrar, Sherlock." Psicólogos chamam isso de agressão transferida.

A causa do estresse acumulado é sempre a mesma: Você experiencia uma situação a qual você se sente confuso, pressionado e assustado para expressar seus verdadeiros sentimentos. Você está lutando pela sua vida e está perdendo. Você acredita que não tem outra chance a não ser internalizar seu medo e sua ira.
Infelizmente, sentimentos não querem ficar escondidos. As quebras da nossa habilidade em suprimir sentimentos negativos acontecem nos relacionamentos onde nossas defesas são menores, ou seja, com pessoas em quem confiamos mais e que não nos oferecem muita resistência.

Para eliminar esta tendência de estresse acumulado, o primeiro passo é observar isto nos outros. Sabe aquela pessoa que você conhece que é um ex-fumante e que grita com a esposa quando tem de optar pela goma de mascar? Depois, comece avaliar em si mesmo comportamentos similares, onde o seu temperamento pega fogo. Quais são essas situações e onde isso ocorre?

Um excelente sinal deste acúmulo de estresse é aquele sentimento de culpa que bate depois da ação negativa. Infelizmente, muitas pessoas movidas por esta "cutucada" da consciência, mergulham ainda mais fundo neste processo de acúmulo de estresse como um ato de proteção e defesa. Elas sempre trazem velhos argumentos e desculpas para justificar esse comportamento agressivo.

Quando você perceber todo este cenário acontecendo com você, perdoe-se, respire fundo e faça estas perguntas a si mesmo:

1. O que realmente está me incomodando?
2. Qual é a pior coisa sobre isto?
3. Qual é a pior coisa sobre isto?
4. Repita a questão 3 até você encontrar a real fonte, a raiz do seu estresse.

Você vai saber quando estiver lidando com a raiz do seu problema ao sentir que toda sua irritação com as pessoas inocentes na situação desaparecerá na enxurrada de mágoas e lamentações. É preciso coragem e muita honestidade neste novo processo de lidar com a real fonte de seus problemas.

Alinhe-se com seus amigos, aquelas pessoas as quais você pode compartilhar suas verdadeiras questões e estão aptas para te ajudarem. E, uma ótima coisa a se fazer se caso perder o controle e gritar com alguém, é pedir logo desculpas, dizer a verdade sobre no sentido do que realmente está enfrentando e sempre pedir ajuda para alguém mais forte que você. Honestidade e humildade lhe ajudarão a resolver os seus problemas que geram o acúmulo de estresse e os problemas que isso gera.

Lao Tzu disse, "Todas as correntes fluem para o mar porque ele está abaixo delas. Humildade dá este poder." Toda vez que você evitar descarregar e explodir com suas emoções negativas, e ao invés disso admitir as situações onde você se sente menor, você notará paradoxalmente a sua força crescer. Ao passo que se sentir menos ameaçado e mais equilibrado, você irá compartilhar uma relação com as pessoas que se importam com você no mesmo nível, isto é, elas passarão também a lhe mostrar suas questões pessoais e, então juntos, vocês serão inquebráveis.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Livre e igual. Mensagem da ONU contra homofobia.

Não dá para fechar os olhos para o que está acontecendo no mundo. Vídeo da ONU esclarece, alerta e propõe um novo olhar sobre a igualdade entre todos, inclusive no que se refere à orientação sexual de cada indivíduo.

Esta abordagem vai ao encontro das idéias que publicamos em O próximo minuto, de Robson Pinheiro, pelo espírito Ângelo Inácio. Assista o vídeo, leia o livro. Informe-se, entenda, liberte-se.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A profunda intensidade da arte. Veja além. Inspire-se.





Estes dizeres de uma artista
nos ensina que a atitude de absorver com atenção o que está à nossa frente ou o que nos é oferecido, pode nos proporcionar grande evolução, que é de fato, é a finalidade desta existência.

“Um trabalho de arte faz com que você fique alerta sobre o que você talvez não tenha notado numa coisa ordinária e, esta distinção, estreita a sua percepção do que é comum para o extraordinário”.


A afirmação foi feita pela irmã Corita Kent que trabalhou com pintura e depois serigrafia – ajudando a estabelecê-la como forma de representação artística. Sua obra, com mensagens de amor e de paz, foi particularmente popular durante os movimentos ociais nos Estados Unidos, durante os anos 1960 e 1970. 

"A função do trabalho da arte é de alertar as pessoas do que elas podem ter perdido. Quando as pessoas estão envolvidas com os sons, as cores, os movimentos do corpo, elas se conectam à arte, e isso não significa necessariamente a vida delas, mas algo que se torna muito intenso e pode resultar numa experiência extraordinária".

Encarar a vida como arte no sentido de traduzir para um papel ou uma tela que seja, as impressões que temos das pessoas, dos lugares e dos fatos vividos, pode ser uma fonte de inspiração e uma oportunidade para se enxergar o mundo com novos olhos. "Quando olhamos para as coisas pela primeira vez não vemos de fato as coisas e ensinar para as pessoas este exercício de realmente olhar direito, pode ser uma grande descoberta."
Abaixo algumas imagens das obras de Corita. Cores, movimento, em frases de encorajamento ao amor, à verdade e contra guerra.

Veja além. Inspire-se.





Corita durante uma de suas exposições comunitárias.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Por que as pessoas gritam quando estão com raiva?



Um sábio profeta indiano
caminhava pelas margens do Rio Ganges quando percebeu uma família brigando, uns gritando com os outros.

“Por que as pessoas gritam umas com as outras quando estão com raiva?” perguntou aos seus discípulos.

“Porque perdem a calma”, respondeu um deles.

“Sim, mas por que elas gritam se a pessoa está bem ao lado delas? Elas poderiam muito bem falar a mesma coisa sem gritar”

Os discípulos tentaram achar alguma resposta que explicasse o ato do grito, mas nenhuma foi satisfatória.

O profeta então falou:
“Quando duas pessoas estão com raiva, os corações delas estão muito distantes. Por isso elas precisam gritar. Quanto mais raiva elas têm, mais elas precisam gritar para cobrir essa distância.
E quando duas pessoas estão apaixonadas? O que acontece? Elas não gritam uma com a outra. Elas falam suavemente, porque a distância dos corações é muito pequena.
E quando elas se amam ainda mais? Ah, aí elas sussurram, chegam mais perto ainda, as vezes nem existe distância nenhuma entre os corações.
E finalmente, depois de um tempo, elas não precisam nem sussurrar. Basta um olhar. Isso é o quão perto dois corações podem estar.”

“Por isso…” continuou o profeta, “…prestem atenção quando discutirem com alguém. Não deixe que os corações se afastem muito, porque poderá chegar o dia em que a distância pode ser tão grande que os corações se perdem e não conseguem mais encontrar o caminho de volta, para se encontrarem de novo.”


Fonte: UpdateOrDie.com / Wagner Brenner
Via Rodrigo Gava

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Nós amamos o livro espírita.




Por Leonardo Möller


Com alguma frequência algum leitor afirma que nossos livros são caros. Sob certo ponto de vista, eles têm razão. De modo geral, livros no Brasil são caros, se compararmos aos preços praticados na Europa, por exemplo, embora as pesquisas do mercado editorial apontem uma tendência de queda no preço médio do livro, ano após ano, desde 2009. Gasolina é caro, carro é dos mais caros do mundo, iPhone e iPad também são recordistas por aqui.

O que nos chama a atenção é que parece mais comum ouvir que livros são caros do que carros e roupas, entre outros setores campeões de crescimento em nosso país, o que não é o caso do setor editorial e livreiro. Será que isso pode revelar uma escala de valores presente em nossa sociedade? Será que a grande oferta atual de eventos culturais gratuitos ou a preços simbólicos — porque feitos com dinheiro público, por meio da renúncia fiscal levada a efeito pelas leis de incentivo à cultura — fez a gente perder a noção de quanto custa produzir bens culturais? Pior: fez a gente perder a noção do valor que eles têm?

Se a reclamação provém de alguém mais ligado às ideias espiritualidade, não raro é acompanhada do seguinte raciocínio: “Os livros espíritas deveriam ser mais baratos para dar mais acesso a quem não tem dinheiro”. Será, mesmo? Vale sacrificar a qualidade do conteúdo e da apresentação para tratar a todos, indistintamente, como pobres ou vítimas sociais? Não é assim que se fazem iniciativas de inclusão da população de baixa renda. Desde os programas sociais oficiais como o Bolsa Família até a assistência beneficente, a maioria paga mais para que se redistribua àquele que tem muito pouco. Ou quem sabe imaginam que cabe ao produtor de cultura resolver um problema que é do país: a distribuição de renda?

Se você quer pagar menos por nosso livro, é mesmo pensando no outro? Porque, se for, talvez possa contribuir com a biblioteca pública de sua cidade ou de sua casa espírita, se houver uma. Estas, sim, são iniciativas que aumentam o acesso da população de baixa renda aos livros. Nós estamos fazendo a nossa parte. Os trabalhos sociais que ajudamos a realizar nos três núcleos beneficentes que integram, junto com a Casa dos Espíritos, a Universidade do Espírito de Minas Gerais (UniSpiritus), são feitos assim: os que podem pagam para que os que não podem recebam gratuitamente.

Ademais, acreditamos que o livro espírita deve ter cada vez mais qualidade, tanto do ponto de vista de preparação e cuidado com o texto, quanto do ponto de vista gráfico e editorial; conteúdo, apresentação e publicidade cada vez melhores. Nossa avidez por dinheiro, de que certo leitor nos acusa, é a avidez por empregar os recursos da venda de livros na divulgação cada vez maior das ideias espíritas e do ponto de vista que “nossos” espíritos apresentam sobre elas — o qual nos dá enorme entusiasmo e orgulho. Para isso, ambicionamos contratar os melhores profissionais e fornecedores, fazer o marketing bem feito, pagar todos os impostos e, sobretudo, valorizar os colaboradores e parceiros que se esforçam aqui na Editora e por todo o Brasil, e também no exterior, para fazer o livro chegar até você e muitos mais, remunerando-os justamente.

É só assim que a gente sabe trabalhar; a gente detesta coisa feia, texto mal revisado e espremido na página, tornando a leitura um desafio só pra economizar no papel. Não, livro pra gente não é como self-service, vendido a quilo — no caso, de papel. A gente ama livro lindo!

Querer o melhor para o espiritismo e os livros espíritas — se é disso que nos acusam, declaramo-nos culpados, de bom grado. Kardec, além de sustentar o trabalho que fazia com o direito autoral dos livros espíritas que escreveu, pôde, com eles, viabilizar a publicação de opúsculos vendidos a apenas 25 centavos de franco, a fim de popularizar a doutrina nascente. Nós temos iniciativa semelhante, sem cobrar nada, em nosso blog, sem falar do conteúdo produzido para a UniSpiritus ao longo desses 17 anos.

Se você acha que nosso livro não merece o investimento necessário, pare de reclamar e leia-os sem pagar um tostão em sites que oferecem downloads ilegais e de aspecto horroroso; certamente os encontrará na web em poucos cliques. Agora, se você gosta do espiritismo e quer vê-lo chegando a cada vez mais e mais pessoas, brilhando com cada vez mais qualidade, à altura da beleza da doutrina que nos inspira, tenha certeza: nós cuidamos bem da fração do seu dinheiro que chega até nós e nos esforçamos dia e noite para aplicar da melhor maneira o voto de confiança que ele representa. Afinal, são mais de 1,3 milhão de votos assim, de gente que comprou nossos livros.
A gente acredita no espiritismo — que nasceu com a publicação de um livro (e vendido a preço de mercado). A gente é apaixonado tanto pelas ideias espíritas quanto por livros e, por isso, gosta de investir nessas coisas. Definitivamente, a gente não vai sucatear a cara do espiritismo e fazer feio diante dos livros convencionais só para agradar aqueles que não acreditam que o os espíritos e o espiritismo merecem seus melhores investimentos.